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Política

05/09/2017 18:35

Pedro Taques assegura que jamais recebeu pedido de dinheiro de deputados em troca de apoio

Apontado como principal fator de fomento à corrupção na colaboração premiada do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), a relação promiscua dos Poderes Executivo e Legislativo é coisa do passado. É o que assegurou o governador José Pedro Taques (PSDB), nesta terça-feira (5), no Palácio Paiaguás, após bate-papo informal com jornalistas, ao afiançar que jamais recebeu qualquer pedido ou proposta indecente de parlamentares.“Nunca me pediram nada [de dinheiro ou de imoral]. E, se pedissem, não daria. Nem tenho como dar nada. Tenho um bom relacionamento com os deputados, de muito respeito”, asseverou o chefe do Poder Executivo, para a reportagem do Olhar Direto.
Pedro Taques lembrou que os próprios números sobre o índice de aprovação, no Plenário das Deliberações Renê Barbour, corroboram com sua assertiva. 
“Aprovamos 95% dos projetos enviados pelo Executivo para apreciação do Legislativo. Peçam o balanço do deputado Wilson Santos [hoje secretário de estado das cidades], que foi nosso líder por dois anos”, provocou, em resposta aos jornalistas.
Em tempos de crise política, a credibilidade de ambos os Poderes foi posta em cheque depois que Silval entregou, anexado ao seu acordo de delação, um “check-list” da propina, em que estabelecia o controle do pagamento de um “mensalinho” a todos os 24 deputados estaduais que exerciam mandato no Legislativo durante sua gestão.
Entre os delatados, estão 15 deputados da atual legislatura. Entre eles, vários que compõe atualmente a base de sustentação ao governo Pedro Taques, no Poder Legislativo. Alguns dos parlamentares chegaram a ser filmados recebendo dinheiro vivo do ex-chefe de gabinete de Silval, Silvio César Corrêa. 
Silval governou Mato Grosso de 2010 a 2014. Ele foi preso em 2015 na operação Sodoma, que investiga crimes de fraudes na concessão de incentivos fiscais do Estado. Desde junho, porém, está em prisão domiciliar. No acordo assinado com a Procuradoria-Geral da República (PGR) e homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-governador recebeu multa de R$ 70 milhões.
O ex-governador concordou em narrar crimes em troca da redução de uma eventual pena e acordou em permanecer 20 anos em reclusão. O cumprimento da pena será da seguinte forma: 3 anos e 6 meses em regime domiciliar diferenciado, com uso de tornozeleira; 2 anos e seis meses no regime semiaberto, com tornozeleira e recolhimento em casa das 22h às 6h; e o restante da pena no regime aberto diferenciado, sem tornozeleira, devendo comparecer mensalmente ao juízo.


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