Cuiabá (MT), 18 de agosto de 2017 - 02:26

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Pitacos

27/06/2017 09:46

Temer na Mira da Justiça

Janot afirma que Temer atuou conjuntamente com seu assessor Rodrigo Rocha Loures para atender as demandas dos executivos do Grupo J&F, dono do frigorífico JBS, em troca de propina. Loures foi flagrado com uma mala contendo R$ 500 mil. Para Janot, Loures 'representa os interesses de Michel em todas as ocasiões em que esteve com representantes do grupo J&F'.Temer diz que simplesmente ouviu reclamações do empresário, sem conceder benesses do governo para ajudá-lo. O presidente nega todas as acusações e afirma que não renunciará ao mandato. 'Não há crime em ouvir reclamações e me livrar do interlocutor indicando outra pessoa para ouvir suas lamúrias.'
SITUAÇÃO

É suspeito de tentar atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato. Segundo Janot, diálogo do presidente com Joesley Batista mostra que houve 'anuência' de Temer para manter um pagamento ao ex-deputado Eduardo Cunha e ao doleiro Lúcio Funaro para que ambos permanecessem calados na prisão e não fizessem delação premiada
DEFESA

Em pronunciamento no Palácio do Planalto, Temer nega que tenha atuado para calar Cunha e diz que em nenhum momento autorizou que pagasse a quem quer que seja para ficar calado. 'Não comprei o silêncio de ninguém.'Segundo Janot, 'com o estabelecimento de tarefas definidas, o núcleo político promoveu interações diversas com agentes econômicos, com o objetivo de obter vantagens ilícitas, por meio da prática de crimes, sobretudo a corrupção'. 'Há, pois, também o indicativo da prática do delito de organização criminosa.'
DEFESA

Em nota, o Palácio do Planalto diz que o empresário é 'bandido notório, 'desfia mentiras' e informa que Temer ingressará com ações na Justiça contra ele

 PRÓXIMOS PASSOS

VEJA AS ETAPAS ENFRENTADAS PELO PRESIDENTE

LINHA DO TEMPO

ENTENDA A SEQUÊNCIA DOS ACONTECIMENTOS

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    O colunista de ‘O Globo’ Lauro Jardim revela detalhes da delação dos donos do frigorífico JBS, Joesley e Wesley Batista, incluindo informações sobre uma gravação feita com o presidente Michel Temer sobre pagamento de propina para o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ)

     
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    Zanone Fraissat/Folhapress/Arquivo

    A delação de Joesley e de seu irmão, Wesley Batista, é homologada pela Justiça. O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, autoriza a abertura de inquérito para investigar Michel Temer

     
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    Reprodução/TV Globo

    Após a revelação de 'O Globo', Temer anuncia que não teme delação e que não renunciará

     
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    O STF envia ao Planalto uma das gravações que integram a delação premiada da JBS, feita por Joesley Batista com Michel Temer. Em um momento da conversa, Joesley afirma que está 'segurando' dois juízes responsáveis por um processo do qual é alvo. Logo depois, o empresário diz que recebia informações privilegiadas de um procurador que integrava a força-tarefa do processo

     
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    Carlos Moura/SCO/STF

    Em pedido de investigação ao STF, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirma que houve 'anuência' do presidente Michel Temer ao pagamento de propina mensal para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) por parte de Joesley Batista

     
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    O STF libera o conteúdo das delações premiadas de Joesley e Wesley Batista e do diretor da J&F Ricardo Saud. Além da suposta anuência para propina a Cunha, Temer é alvo de outras suspeitas, como a de receber R$ 15 milhões do PT para financiar sua campanha à Vice-Presidência e 'guardar' R$ 1 milhão para ele mesmo

     
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    Temer volta a afirmar que continuará à frente do governo. Em pronunciamento oficial, o presidente diz que protocolou no STF um pedido para que o inquérito que investiga as denúncias feitas por Joesley Batista seja suspenso

     
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    Reprodução/TV Globo

    A defesa de Temer desiste da suspensão do inquérito que investiga o presidente após contratar uma perícia que constatou 70 'pontos de obscuridade' na gravação da conversa com Joesley Batista. 'Numa situação normal, essa gravação jamais seria aceita como prova', diz o perito Ricardo Molina. Segundo a defesa, como o áudio é 'imprestável', o inquérito deve prosseguir para 'provar a inocência' do presidente

     
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    A Polícia Federal envia 84 perguntas sobre o áudio com Joesley para o presidente Michel Temer

     
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    Termer não responde aos questionamentos da PF e relaciona 48 motivos para isso. De acordo com os advogados, as perguntas têm mais o objetivo de comprometer o presidente que de esclarecer a verdade

     
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    Jonne Roriz/Estadão Conteúdo

    Em entrevista a 'Época', Joesley Batista diz que Temer é o chefe 'da maior e mais perigosa organização criminosa' do Brasil. Ele afirma que o presidente não tinha 'cerimônia' para pedir dinheiro e que Eduardo Cunha cobrava propina em nome de Temer. Em resposta, o Planalto afirma que o empresário é um 'bandido notório'

     
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    Reprodução/TV Globo

    A Polícia Federal entrega um relatório ao Supremo Tribunal Federal afirmando que as evidências colhidas na investigação indicam 'com vigor' que Michel Temer cometeu o crime de corrupção passiva. A PF afirma que o presidente aceitou pagamentos de vantagens indevidas do grupo J&F por intermédio do ex-assessor e ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR)

     
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    Uma perícia da Polícia Federal conclui que áudio de conversa entre Michel Temer e Joesley não sofreu edição

     
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    Reprodução/TV Globo

    Em discurso, o presidente diz: 'Nada nos destruirá, nem a mim nem a nossos ministros'. O presidente afirma também que o governo está implementando uma 'agenda de modernização no país' para a qual, segundo ele, não há um 'plano B'

     
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    A Polícia Federal envia ao Supremo Tribunal Federal novo relatório da investigação sobre o presidente Michel Temer. O relatório parcial da PF, sobre corrupção passiva, já havia sido entregue, mas a polícia ainda precisava concluir as investigações sobre os crimes de obstrução de Justiça e organização criminosa

     
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    Janot apresenta ao STF denúncia contra o presidente Michel Temer e o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) pelo crime de corrupção passiva. O presidente também é investigado por obstrução de Justiça e participação em organização criminosa, mas, para estes casos, a PGR ainda não apresentou denúncia. Janot também pede a abertura de novo inquérito contra Temer e Loures para apurar suposta prática de lavagem de dinheiro e corrupção


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