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Esportes

12/04/2017 09:48

Aldo projeta futuro após duelo contra Holloway: "Quero fazer super lutas"

Campeão linear do peso-pena diz ter adversários na cabeça para depois do UFC 212, declara que se adaptou ao método de promoção do MMA e quer "dinheiro no bolso"

Por Marcelo Barone e Raphael MarinhoRio de Janeiro

 

 
 
 

Responsável pela luta principal do UFC 212, dia 3 de junho, no Rio de Janeiro, José Aldo pareceu o mais relaxado do trio que concedeu entrevista coletiva para anúncio da venda de ingressos do evento. Ao lado de Anderson Silva e Max Holloway, o campeão linear dos pesos-penas (até 66kg) abusou dos palavrões nas declarações, fez embaixadinhas com uma bola de futebol que ganhou do rival e garantiu já ter traçado o seu futuro após o confronto pela unificação do título contra o havaiano, que é o campeão interino da divisão.

- Tenho algumas lutas na cabeça que quero fazer, quero super lutas, desafiar outros atletas. Podem ter certeza de que já tenho tudo programado na cabeça assim que a gente vencer - revelou o atleta da Nova União.

José Aldo e Max Holloway posaram para a encarada após a coletiva de imprensa do UFC Rio 8 (Foto: Marcelo de Jesus)

Aldo também voltou a falar sobre sua vontade de migrar para o boxe profissional, mas salientou que ainda precisa cumprir seu contrato com o Ultimate, que ainda tem "cinco ou seis lutas".

- Assim que cumprir, verei se vou ter a mesma velocidade e habilidade que tenho hoje para fazer lutas de boxe, que é um sonho que tenho. Quero pegar um pouco dessa onda também, de repente desafiar o Miguel Cotto, sei lá, quero entrar nessa p*** aí.

Confira as declarações de José Aldo na coletiva de imprensa:

LUTAR NOVAMENTE NO RIO DE JANEIRO

- Para mim é um privilégio muito grande estar nesse card. É a cidade que moro, a arena vai estar lotada, é um grande evento, tem algo a mais lutar no Rio de Janeiro e, para mim, lutar aqui é uma felicidade muito grande.

FUTURO APÓS HOLLOWAY

- Primeiramente, tenho que fazer essa disputa. Assim que vencer penso em tomar outros rumos. A categoria deu uma parada. Não só a minha, mas os leves também. Quis fechar a luta no peso de cima, não aconteceu, então o pensamento é na próxima luta. Tenho algumas lutas na cabeça que quero fazer, quero super lutas, desafiar outros atletas. Podem ter certeza de que já tenho tudo programado na cabeça assim que a gente vencer.

 
 
 

PROVOCAÇÕES DE HOLLOWAY

- A troca de farpa é ótima pra mim, isso que vende. Essa é uma geração totalmente diferente de quando comecei. Quando comecei, eram lutadores que tinham respeito à filosofia da luta. Hoje em dia tem o lutador Nutella e o real. Hoje em dia está uma palhaçada. Se você não falar, provocar, não luta com ninguém, só fica pra trás. O ranking não serve de nada, o que serve é falar, provocar, vender a luta. O que move hoje em dia é o dinheiro. Isso pra mim é super normal. Gosto disso. Na minha penúltima (contra Conor McGregor), ganhei bastante dinheiro. É nisso que penso hoje em dia. Quero ser o campeão que sempre fui, tenho a minha honra e respeito, tudo que aprendi, mas não vale mais a pena ser o bom mocinho, o verdadeiro campeão. O negócio é xingar, falar... Os atletas sabem o que acontece por trás, as declarações de cada um por trás, mas é muito mais fácil chegar na mídia e vender. Se eu falar que quero o Pacquiao já gera manchete, vira uma bola de neve, só tem a crescer. Quanto mais falarem, para mim é ótimo, faz a luta ser grande. Aqui no Rio, pode ter certeza que será casa cheia, lutar aqui é especial, mas tem que ter provocação. Agora são os atletas que casam a luta. Se chegar e xingar, é a luta que vai acontecer. Quando termina a luta, cada um segue para o seu lado e com dinheiro no bolso. Tem que xingar a mãe do outro, a p*** toda, que é o que vai dar dinheiro.

PROMOÇÃO DOS ATLETAS NO MMA ATUAL

- O que move é o dinheiro. Os atletas têm que entender esse lado. Eu, particularmente, não gosto, fui criado de outra maneira. O Dedé, quando me fez o atleta que sou, não foi dessa maneira, mas, como te falei, temos que nos adaptar. Se se tornou isso, querendo ou não, é bom ter dinheiro no bolso. Promoção tem que acontecer, isso vem desde a época do boxe, com provocações, é normal, mas cutucar não é do atleta brasileiro. Não é nosso perfil provocar, temos respeito, mas os atletas brasileiros têm que entender que tem que ser assim e dar uma provocada.

José Aldo esteve descontraído durante a coletiva de imprensa do UFC 212 (Foto: Marcelo de Jesus)

MUDANÇA DE IDEIA SOBRE APOSENTADORIA

- PrImeiramente, por tudo que fiz pela categoria, pelo UFC, por tudo, naquele tempo merecia ter uma revanche imediata. Tinha o cinturão há anos, então quando perdi e deixei de ser campeão, merecia isso. Isso que me deixou chateado. Desde que entrei no esporte tive o ensinamento de me preparar para o futuro e parar bem, com saúde. Naquele momento que não tive isso, que acho que era um direito meu, resolvi fazer isso, mas queria tomar outros caminhos na vida, queria fazer outras coisas, me testar em outro esporte, mas, por contrato, não podia. Voltei, sou muito novo ainda, tenho muita coisa pela frente, agora é lutar. Tenho novos planos para a vida, penso em desafiar atletas de outros pesos, quero defender o cinturão, fazer super lutas e ir colocando dinheiro no bolso que é bom.

PRESENTE DE HOLLOWAY, QUE LEVOU BOLA DE FUTEBOL PARA ALDO

Para mim não é problema nenhum, eu amo futebol. Ou estou assistindo futebol na TV, ou jogando no video game e, quando posso jogo também. Não vejo problema nenhum. O país não é só do futebol, tem outras coisas que envolvem o Brasil, é nossa cultura. Não posso dar um colar de flores para ele porque ele é do Havaí, mas, se fizesse isso lá (no Havaí), não seria provocação. Se ele pensou em me presentear, não tenho nada a ver com isso, tem que perguntar para ele para saber a intenção.

LUTA PRINCIPAL EM CARD COM ANDERSON SILVA

- Fico feliz de fazer a luta principal, ainda mais no Rio de Janeiro, é uma felicidade muito grande, tenho respeito pelo Anderson, pela carreira dele, toda a história e o que representa para nós, mas é uma disputa de cinturão, são dois campeões. Não vejo problema, mas se fosse a primeira luta também seria ótimo. O importante é lutar e fazer grandes lutas. É f... esperar até o final, o enrolamento (sic) é p***, mas fechar o evento tem um charme, fico feliz com isso. Trabalhei para isso.

VONTADE DE LUTAR BOXE

- Lutar boxe passa pela minha cabeça sim. Queria começar do zero, ir para os Estados Unidos, pegar uma academia de boxe e fazer luta por luta. Tenho respeito aos boxeadores, à história deles dentro do boxe, queria me testar do início. Tinha esse plano para a carreira, ter esse seguimento, e quem sabe lutar pelo título mundial. Era minha ideia. Mas tenho contrato com o UFC, mais cinco ou seis lutas, tenho que cumprir essas lutas. Assim que cumprir, verei se vou ter a mesma velocidade e habilidade que tenho hoje para fazer lutas de boxe, que é um sonho que tenho. Quero pegar um pouco dessa onda também, de repente desafiar o Miguel Cotto, sei lá, quero entrar nessa p*** aí.

 
 
 

UFC 212
3 de junho, no Rio de Janeiro
CARD DO EVENTO (até o momento):
Peso-pena: José Aldo x Max Holloway
Peso-palha: Cláudia Gadelha x Karolina Kowalkiewicz
Peso-médio: Anderson Silva x adversário a definir
Peso-meio-médio: Erick Silva x Yancy Medeiros
Peso-leve: Léo Santos x Olivier Aubin-Mercier
Peso-galo: Johnny Eduardo x Mathew Lopez
Peso-galo: Marco Beltrán x Deiveson Alcântara
Peso-médio: Antônio Cara de Sapato x Eric Spicely
Peso-médio: Paulo Borrachinha x Oluwale Bamgbose


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