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Economia

10/04/2017 10:16

72% das pessoas conhecem alguém que perdeu emprego no último ano

O número de pessoas que conhecem alguém que perdeu emprego no último ano até março cresceu na comparação com o mesmo período de 2016, segundo a pesquisa Pulso Brasil do Departamento de Pesquisas Econômicas (Depecon), da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e Ciesp junto ao Instituto Ipsos Public Affairs. Segundo o levantamento, em março deste ano 72% das 1.200 pessoas ouvidas afirmaram saber da demissão de algum conhecido no último ano, enquanto em 2016 esse porcentual era de 58% dos entrevistados.

A fatia de participantes que conhece alguém que perdeu o emprego e ainda não foi realocado também aumentou, de 21% em 2016 para 31% em 2017. Segundo as instituições, dentre a fatia que está desempregada, houve elevação das pessoas que procuraram outra fonte de renda, de 24% para 35%.

Sobre a situação atual de emprego, 57% dos entrevistados declararam permanecer no emprego em que estavam no ano passado. Além disso, 12% dos participantes permanece sem trabalho e 5% foram demitidos no último ano e não conseguiram recolocação. Há ainda 1% que saiu do emprego voluntariamente, mas ainda não encontrou nova ocupação.

Sobre a situação atual de emprego, 57% dos entrevistados declararam permanecer no emprego em que estavam no ano passado. Além disso, 12% dos participantes permanece sem trabalho e 5% foram demitidos no último ano e não conseguiram recolocação. Há ainda 1% que saiu do emprego voluntariamente, mas ainda não encontrou nova ocupação.

Em relação ao futuro, 38% dos entrevistados responderem que o mercado de trabalho deve continuar ruim este ano contra 37% que estão mais otimistas em relação à perspectiva de novas vagas.

A pesquisa ainda mostra que, em caso de recuperação econômica este ano, a expectativa é de retomada lenta e gradual do consumo. Entre as pessoas ouvidas, 25% disseram que não pretendem voltar a ter os mesmos hábitos de compra de antes da crise, 22% responderam que devem retomar alguns costumes de consumo e 21% afirmaram que devem voltar aos antigos padrões de forma gradual.

"Essa mudança de hábito de consumo das famílias é natural, apesar de ser ruim para a demanda. É um comportamento visto principalmente por quem passou por dificuldades. O consumidor está arredio a voltar a hábitos anteriores. É uma sociedade que está atemorizada quanto à ocupação", afirmou Paulo Francini, diretor do Depecon.


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